Arquivos Mensais: Janeiro 2012

Ode a Camões.

O poeta vive a palavra, O poeta vive o verbo, E eu, o verbo preservo. Como o homem que lavrava, No campo junto a seu servo. E a ele seus males contava, Sempre desdenhando a morte. E o servo gabava … Continuar a ler

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Algodão Doce.

Nos tempos em que me esqueci por Bissau, que cirandei lés a lés, foi-me revelado que a Guiné é, salvaguardadas distância e circunstâncias, o “país baixo” de África. É a total ausência de relevos dignos de nota, as “bolanhas” ensinando … Continuar a ler

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