Arquivo da Categoria: Poesia

Carrego seu coração comigo

Eu Carrego seu coração comigo (Eu o carrego no meu coração) Eu nunca estou sem ele (onde quer que eu vá, você vai, minha querida; e o que quer que eu faça sozinho, eu faço por você, minha querida) Eu … Continuar a ler

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PABLO NERUDA – É Proibido

É proibido chorar sem aprender, Levantar-se um dia sem saber o que fazer Ter medo de suas lembranças. É proibido não rir dos problemas Não lutar pelo que se quer, Abandonar tudo por medo, Não transformar sonhos em realidade. É … Continuar a ler

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De onde és?

Sou de onde sou. E não sou de lado nenhum.. Sou de onde os rios correm para o mar. Onde nascem flores e cantam pássaros. Sou do deserto e sou da floresta. E da montanha alta onde escorre mel… Sou … Continuar a ler

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Palavra – Palavras

No princípio era o Verbo, depois… a palavra, que resume quase todos os erros da infância. Por vezes são demais, outras faltam. Por vezes meia palavra basta, outras, não há palavras. Há as atrasadas, que chegam quando já não é … Continuar a ler

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Se Camões fosse vivo?

As sarnas de barões todos inchados Eleitos pela plebe lusitana Que agora se encontram instalados Fazendo o que lhes dá na real gana Nos seus poleiros bem engalanados, Mais do que permite a decência humana, Olvidam-se do quanto proclamaram Em … Continuar a ler

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Ode a Camões.

O poeta vive a palavra, O poeta vive o verbo, E eu, o verbo preservo. Como o homem que lavrava, No campo junto a seu servo. E a ele seus males contava, Sempre desdenhando a morte. E o servo gabava … Continuar a ler

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Dilema Existencial

Quem sou, de onde vim, para onde vou… Invulgar mistério, tudo isto encerra. Lendas orquestradas, em mente que sonhou, Na fugaz existência, sobre a Terra. Eu sou o pássaro, que canta na aurora… Sou a seiva, que corre nos pinhais… … Continuar a ler

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Pátria Apátrida

ppoema ppara pportimão Pasmem as pífias preocupaixões pusilânimes, as parvas parcimónias as posses possidónias as propostas prepósteras e prepotentes as pretensões pernósticas improcedentes as poses presunçosas as prosas pirosas as palermices parenéticas as patetices patéticas os parâmetros de paróquia os … Continuar a ler

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Invictus

Do fundo desta noite que persiste A me envolver em breu – eterno e espesso, A qualquer deus – se algum acaso existe, Por mi’alma insubjugável agradeço. Nas garras do destino e seus estragos, Sob os golpes que o acaso … Continuar a ler

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Meu ser evaporei na lida insana

Meu ser evaporei na lida insana Do tropel de paixões, que me arrastava. Ah! Cego eu cria, ah! mísero eu sonhava Em mim quase imortal a essência humana. De que inúmeros sóis a mente ufana Existência falaz me não dourava! … Continuar a ler

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